Uma das grandes atrações do espetáculo Um Sonho de Natal, que já está em sua 8ª edição, é o coral com 60 vozes no formato de árvore de Natal.
Sob a coordenação do casal Nelson e Adriana Mathias desde a 1ª edição, o trabalho é realizado com 110 pessoas em tempo recorde. “Formamos duas equipes e nosso maior desafio é a questão do tempo que é muito curto, pois temos menos de dois meses para preparar os grupos”, revela Adriana.

Já para os participantes, o desafio é o mesmo: contornar o nervosismo a cada apresentação. Participando pela primeira vez, Flávia Geórgia diz que “a adrenalina é maior por nunca ter visto o espetáculo”. Ela começou a freqüentar a Nova Igreja Batista (NIB) em janeiro, tendo se batizado logo em seguida.
Apesar de não ser mais estreante, Paulo Henrique, que é um dos solistas, conta que a ansiedade é sua companheira a cada apresentação. “Você sabe exatamente como proceder e tudo o que vai acontecer a cada música, porém, esse fato não te isenta de estar nervoso a cada entrada na árvore”, argumenta.
O mesmo nervosismo também é vivenciado por Cylene Santiago, responsável pelo aquecimento das vozes momentos antes do coral entrar em cena. Ela é formada em Música e coloca em prática técnicas aprendidas há dez anos. “Faço parte do coral há cinco anos, mas fico nervosa todas as vezes que ocorrem as apresentações. Sempre é como se fosse a primeira vez”, finaliza.
Ser bem recebido, de braços abertos e com sorrisos de felicidade, é o desejo de toda pessoa que visita um local pela primeira vez. Principalmente quando ela é convidada para assistir um espetáculo cristão, e que pode mudar sua vida.
Receber bem é o segredo para ganhar a simpatia das pessoas. Por isso, o Ministério de Recepção Artística da Nova Igreja Batista tem uma importante missão dentro de Um Sonho de Natal, ao proporcionar aos visitantes o direcionamento, conforto e bem-estar dentro da igreja, para que todos se sintam amados desde a entrada a até a finalização da peça.
Além de acolher os convidados com um sorriso estampando no rosto – sorriso de alegria por servir a um Deus maravilhoso – os recepcionistas guiam os visitantes aos melhores lugares e dão instruções quanto ao consumo de alimentos e bebidas no interior do auditório principal.
Para os líderes jovens do ministério, Sheila Lopes e Rafael Monteiro, o trabalho é gratificante. “É natural que quando você chega num lugar que não conhece, você se sinta deslocado, não saiba onde sentar, onde é o banheiro, onde beber água” diz Sheila, ao ressalvar a importância da função desempenhada pelos recepcionistas.
No total, trabalham no ministério cerca de 60 pessoas, entre jovens solteiros e casais, identificados pela camisa do “Sonho” e um gorro vermelho.
Para quem faz parte das equipes de ministérios que sobem ao palco em Um Sonho de Natal, participar da encenação vai muito além do que desenvolver uma arte.
Fazer parte da peça é, sobretudo, aprender a dividir espaço, a trabalhar em equipe, a ajudar o outro, a ter paciência e compreensão. É, também, uma oportunidade para desenvolver a disciplina e o amor ao próximo – na medida em que todos se ajudam e torcem para que o outro consiga dar o seu melhor.
Membro da Dança Interpretativa, Felipe Rodrigues, 17, participa pela segunda vez do espetáculo. Em 2007, integrou a equipe de Teatro em Um Sonho de Natal. “A gente aprende muito sobre o trabalho em equipe e a unidade que todos devem ter para que tudo lá na frente dê certo”, afirmou Felipe Rodrigues.

Yuri Silva, 15, é membro do Ministério de Pantomima. No ano passado, quando ainda fazia parte do Adolegal (ministério que conta com a participação de adolescentes de 12 a 14 anos), ele fez sua estréia na peça. Este ano, Yuri empresta suas mãos para completar figuras e palavras durante a encenação da “criação do mundo”, em luz negra. Ele também sobe no palco durante o ato que representa o ministério de Jesus na terra.
“Todo mundo se dedica durante meses para fazer Um Sonho de Natal. O mais legal de tudo é que não fazemos para nós. Fazemos para Deus, para alcançarmos vidas para Ele”, disse Yuri Silva.
Para quem faz parte das equipes de ministérios que sobem ao palco em Um Sonho de Natal, participar da encenação vai muito além do que desenvolver uma arte.
Fazer parte da peça é, sobretudo, aprender a dividir espaço, a trabalhar em equipe, a ajudar o outro, a ter paciência e compreensão. É, também, uma oportunidade para desenvolver a disciplina e o amor ao próximo – na medida em que todos se ajudam e torcem para que o outro consiga dar o seu melhor.
Membro da Dança Interpretativa, Felipe Rodrigues, 17, participa pela segunda vez do espetáculo. Em 2007, integrou a equipe de Teatro em Um Sonho de Natal. “A gente aprende muito sobre o trabalho em equipe e a unidade que todos devem ter para que tudo lá na frente dê certo”, afirmou Felipe Rodrigues.
Yuri Silva, 15, é membro do Ministério de Pantomima. No ano passado, quando ainda fazia parte do Adolegal (ministério que conta com a participação de adolescentes de 12 a 14 anos), ele fez sua estréia na peça. Este ano, Yuri empresta suas mãos para completar figuras e palavras durante a encenação da “criação do mundo”, em luz negra. Ele também sobe no palco durante o ato que representa o ministério de Jesus na terra.
“Todo mundo se dedica durantes meses para fazer Um Sonho de Natal. O mais legal de tudo é que não fazemos para nós. Fazemos para Deus, para alcançarmos vidas para Ele”, disse Yuri Silva.
Nesta quinta o auditório ficou super lotado. Muitas pessoas chegaram atrasados e tiveram que ficar em pé. Recomendamos chegar cerca de uma hora antes para conseguir um bom lugar!
Não queremos dizer para você: NÃO TEMOS MAIS LUGAR!

Felipe Beiragrande enviou a seguinte contribuição para o Blog do Sonho:
“Nos primeiros dias de apresentação estive trabalhando no estacionamento e posso dizer, com toda a firmeza, que é ali, do lado de fora, que verdadeiramente o Sonho começa para os visitantes.
Apesar do estresse já lendário do trânsito manauara, a moçada do estacionamento se arrisca para fazer com que toda a experiência da peça não seja manchada por problemas com os carros, deixando os visitantes tranqüilos, quebrando o gelo com um belo “BOA NOITE” na chegada, dando total segurança durante o espetáculo e organizando a saída de muitos carros lotados de pessoas transformadas.
Por isso estou aqui para agradecer a oportunidade de servir no estacionamento, principalmente durante a estreia de Um Sonho de Natal, e prestar o devido reconhecimento ao líder Milton e a todos os casais e jovens que trabalham duro para ajudar a fazer do ‘Sonho’ um momento único na vida de milhares de pessoas”.